Sunday, March 11, 2012

Jane by Design - Série



Jane, uma adolescente ainda no colégio, tem um irmão mais velho, Bem, que largou a faculdade para cuidar dela, desde que o pai morreu e a mãe os abandonou.
Bem está sem emprego e Jane não é aquela popular no colégio.


Em meio aos problemas da adolescência e ao mesmo tempo querendo cuidar do irmão, para retribuir o que ele tem feito por ela, Jane vai a procura de um estágio.


Logo de início Jane e chamada a sala de reuniões, em uma tele entrevista é contratada como assistente pessoal por U$32.000, Jane olha em sua pasta e verifica que o cargo não seria de estágio, hesitante, ao tentar comunicar o equivoco, sua nova chefe logo entende e oferece U$34.000, o que sem pestanejar Jane aceita.


Já na apresentação da empresa, sinto um sentimento de Jane por Jeremy Jonas, estilista responsável pela criação, e que pelo jeito galã de ser, quem sabe não irá conquistá-la mais ainda logo logo.


Jane também se intimida um pouco com o temperamento áspero e exagerado de Índia, que se acha praticamente a dona da empresa, mas Jane é incumbida de vigiar e informar a sua chefe, Gray, tudo o que Índia fizer.


Jane agora precisa conciliar o colégio com o trabalho e contará com a ajuda de seu melhor amigo, Billy, que sai com Lulu, colega de Jane desde a sétima série, porém nada amigável. 


Após mais um dia procurando emprego, Bem consegue ser contratado como assistente de atletismo no colégio de Jane.


Tudo que Jane tem que fazer é o melhor de si tanto no trabalho quanto no colégio, dando conta de todos os desafios do ensino médio e do mundo fashion.


Na verdade a série me lembra muito da extinta “Popular”, a qual eu gostava demais! Com o adicional fashionista é claro! O que a deixa melhor ainda.


A fotografia é ótima! Figurino perfeito!
Engraçada, moderada, leve, juvenil e simples.
Boas risadas e ótimas dicas para o visual!
Recomendo demais!

Friday, March 09, 2012

Work iT - Série




Mais uma séria cômica de receita simples. Mas, infalível!
Dois super amigos, que trabalhavam juntos – Lee Standish (Benjamin Koldyke) e Angel Ortis (Amaury Nolasco), estão desempregados.




Lee se depara com a possibilidade de conseguir um novo emprego de uma maneira inusitada, depois de tanto procurar, não aguentava mais ser o desempregado.
Se transveste de mulher e vai á entrevista para ser contratado como representante de remédios, e consegue!


A história já estava divertida, não fossem os encontros, quase diários, com seus amigos Angel e seu cunhado. Angel estava muito chateado pois os dois tinham o trato de trabalharem juntos, e para ele, Lee não tinha cumprido, pois não o queria indicar á vaga na empresa. 
Depois de pouco tempo, Lee cede e conta tudo a Angel, e aí a confusão está armada.
Angel vai a empresa, também transvestido e é contratado!




Com essa trama toda rolando nós do lado de cá da telinha só temos que dar risada. Algumas piadas são forçadas, mas a maioria é bem engraçada. 
A série cai de cabeça no cotidiano feminino e suas complexidades, é a conquista de uma melhor amiga, é manter sua melhor amiga, é fazer a melhor amiga não ter ciúmes de sua nova amiga, é a roupa, é a maquiagem, e até o absorvente, não sei até onde haverá assunto, mas por enquanto está bem legal.


Roteiro divertido, porém não creio que, seguindo a receita, faça a série durar, é uma produção de muito bom gosto! Tecnicamente muito boa!
Eu gostei, é simples e bem fácil de entender, leve e com uma pitadinha de latinidade por conta de Angel. Curiosa para saber se ele vai conquistar a chefe rsrs.

Wednesday, March 07, 2012

A invenção de Hugo Cabret - Cinema




Depois de 3 longas tentativas de ver o filme e acabar dormindo, consegui!
Mas calma... o filme não é ruim! É bom! Delicado, sutil, um pouco lento, mas muito bom!


O filme é baseado no romance de Brian Selznick e conta a história de um menino órfão de 12 anos, no início da década de 30, que morava e aprendia a montar várias coisas com o pai (Jude Law). A relação dos dois é repleta de amor e atenção. Mas infelizmente um acidente põe por fim a vida do pai de Hugo.


O tio de Hugo, Claude (Ray Winstone), alcoólatra, que vive pelos relógios da estação de trem, Gare Du Nord, em Paris, detém a custódia de Hugo e o leva para trabalhar com ele consertando e dando corda nos relógios. Seu tio desaparece, mas Hugo continua a viver secretamente na estação, o importante é que ele sempre mantenha os relógios funcionando.


O pai de Hugo deixou para ele um robô misterioso, o qual nunca conseguiu terminar de consertar, e Hugo vive empenhado nesse propósito. Em busca da peça chave (pequena chave em forma de coração) que falta. Ele sempre faz uma visitinha á loja de brinquedos da estação, e lá “pega” pequenas peças com o intuito de consertar o robô.


Mas em uma dessas visitinhas é pego por Papa Georges (Bem Kingsley), o dono da loja, que ao revistar Hugo encontra vários desenhos que o deixam assustado. Tais desenhos trouxeram a tona pensamentos que ele não mais queria recordar, sentimentos que ele não mais queria sentir. Papa não devolve os desenhos de Hugo.


Papa Georges, muito irritado, pergunta se Hugo poderia consertar um relógio, Hugo em segundos o faz, e assim, Papa resolve chamá-lo para trabalhar com ele, o que seria um bom jeito de Hugo ir pagando o que “pegou” da loja. E quem sabe devolver os desenhos que pegou de Hugo.


Hugo conhece Isabelle (Chloe Grace MOretz), também órfã, criada por Papa. Isabelle ajuda Hugo a ficar longe do Inspetor Gustav (sasha Baron Cohen), que é meio bobão e solitário, passa o dia andando pela estação, e apreende crianças órfãs para mandar ao orfanato.


Isabelle também fica entusiasmada com a suposta mensagem que o pai de Hugo possa ter deixado para ele através do robô, e o ajuda a encontrar a chave, além de ajudá-lo a recuperar o caderninho de desenhos.


O filme tem um emaranhado de detalhes, uma filmagem no estilo fantasia, puxando para o drama, mas repleto de esperança.
Hugo pode não ter descoberto, diretamente, a mensagem do pai, mas com os próprios olhos descobriu a magia do cinema, e a magia de ter uma família.


Papa era na verdade um dos primeiros atores, produtores e diretores de cinema, senão o primeiro, fazia os próprios filmes, centenas até. No entanto, ao final da guerra as pessoas pareciam ter perdido a fé, a esperança, e Papa faliu. Magoado e frustrado ele teve que vender tudo, e o pouco que conseguiu usou para comprar a loja de brinquedos, onde desde então enterrara o passado.


Hugo trás todo esse passado a tona, e é bonito ver a história dos dois se entrelaçando. 
Vale a pena ver, tem que ter paciência. 
Tanta paciência que percebe-se as inquietantes narinas de Hugo!
Mas vale a pena sim.


Vejam o Trailer!

Tuesday, March 06, 2012

2 Broke Girls - Série

Ownnn quando meu noivo me apresentou a essa série achei a coisa mais fofa do mundo.
A história é divertida, leve, simples e agradável. Hummmm e ainda vem com CupCakes!


Max (Kat Dennings), a morena, se divide em 3 profissões, é garçonete, babysitter e confeiteira, mais especificamente CupCakes. Solteira, mora sozinha em um apartamento no Brooklin. É despojada, direta e realista, com uma pitadinha de negativista.


Caroline (Beth Behrs), a loira, nunca trabalhou na vida, filha de um super ricaço, o qual está preso e teve os bens congelados. Sem saber o que fazer, Caroline vai a procura de emprego, e consegue na mesma lanchonete de Max. Recém solteira e sem ter onde morar, aceita o convite de Max para ficar em seu apartamento. 


Caroline tem a personalidade quase que oposta á de Max, é meiga, complexa, super positivista e idealizadora, com uma pitada de aporte intelectual financeiro de investimento. As duas se estranham mas logo dão origem a mais divertida amizade. 


Focadas, se unem para conseguirem juntar grana suficiente para abrirem uma loja de Cupcakes, o que daria o montando de U$ 250.000,00, e assim seguem os capítulos, contabilizando cada ganho e cada perda.


As duas são inteligentes, e de uma maneira singular, se completam. Em cada diálogo uma risada. São bem compostos e continuativos, sem aquela pausa desnecessária que alguns seriados de comédia têm.


Não importa no que, estão sempre juntas e dispostas a lutar por esse sonho, até se filiarem a uma firma de limpeza, e vocês precisam conferir como Caroline se sai nessa rsrs. 


Outros personagens também valem a pena, Han Lee (Matthew Moy) - o dono da lanchonete, Oleg (Jonathan Kite) - o cozinheiro tarado amoroso e Earl (Garrett Morris). Não são muito explorados, mas fazem um bom trabalho de “apoio”. Sem falar na nova patroa, dona da empresa de limpeza, inicialmente confundida com dona de prostíbulo, e ainda, vizinha de apartamento.


Uma personagem que não tive muito apego foi a outra patroa de Max, Peach (Brooke Lyons) mãe de “Brangelina”, achei supérflua e dispensável.


Gostei da simplicidade da série, o muito que se faz com baixo custo.
A amizade verdadeira que surge diante de figuras tão antagônicas que acabam por descobrir tanta semelhança.


Mesmo estando preso o pai de Caroline nunca se esqueceu dela, ok ele é um ladrão, mas é lindo o apego carinhoso que Caroline tem pelo pai, e mais legal ainda foi ver que ele, mesmo sem conhecer, conseguiu mostrar um pouco desse carinho para Max, agradecendo a ela por tomar conta de sua filha Caroline, carinho esse que Max nunca conheceu. 


Assumo que no primeiro capítulo não fiquei impressionada, mas do jeito que sou, continuei vendo assim mesmo, e adoro as encrencas que as duas arranjam. É divertido mesmo.
Mas... gosto é gosto né!

Monday, March 05, 2012

A gifted man - Série


Mais um Drama médico, porém com um grande diferencial.
O médico principal é o Dr. Michael Holt, neurologista dono e residente da Clínica Holt.
Inicialmente é um médico meio Dr. House, bem seco e direto ao falar com as pessoas, arrogante, meio egoísta e não muito solidário, mas algo acontece na vida dele e tudo muda.


Divorciado a 10 anos, era casado com a Dra. Anna Paul, fundadora da clínica Sanando, onde auxilia gratuitamente pessoas que necessitam de cuidado e não tem condições financeiras.


Depois desse tempo todo distante, Anna aparece do nada para conversar com Michael. Ele fica surpreso, mas não tanto quando tenta encontrá-la no dia seguinte e descobre que Anna morrera de maneira trágica em um acidente, a duas semanas, antes mesmo de encontrá-lo.


Michael se preocupa e faz diversos exames, cético que só, não aceitou muito bem a possibilidade de existir esse contato espiritual, mas logo foi aceitando, aos poucos.


Anna é o coração de Michael, e após a primeira aparição dela, ela começa a aparecer quase sempre. Traz consigo um apelo, uma liça de moral, os olhos pidão, aqueles de uma mulher que ainda consegue fazer o ex realizar seus desejos. Como se trouxesse o sentimento de remorso a tona, e assim, faz com que Michael se envolva nos casos não resolvidos que ela deixou em aberto.


Michael acaba assumindo compromisso e recrutando uma médica para, juntamente com ele, continuar comandando a Clínica Sanando, de Anna.


A dinâmica da série gira no lado profissional e espiritual de Michael. Ele se divide em atender os ricos e poderosos clientes, assim como, os humildes e necessitados cidadãos que comparecem a clínica.


Aos poucos seu lado humano vai aflorando, e não se vê mais aquela pessoa tão arrogante e intragável do início. Com o decorrer dos capítulos, ficamos sabendo um pouco da história de vida dele, o que nos faz entender o porque de tanto rancor e medo.


Particularmente eu adoro séries médicas, adoro a dinâmica e o encaixe de histórias diferentes. Uma coisa que tem muito nessa série, bem como, aquelas partes que são praticamente impossíveis de acontecerem na vida real, ao estilo de levar sua filha ao médico, desmaiar na hora, e descobrirem que você tem um tumor que se não tivesse sido atendido, você poderia morrer em até 48 horas. Bem comum mesmo nessa série. Mas faz parte da dinâmica e enredo.


A série trabalha muito a espiritualidade, o fato da ex retornar para fazer esse contato com Michael, é tratado com bastante afinco. O espírito dela não está pronto, tem coisas pendentes, e só Michael poderá ajudá-la.


Até mesmo as pessoas que não acreditam nisso, não precisam deixar de ver, considere como ficção ou verdade, depende de cada um, a história vale à pena, o enredo é bom e não tão cansativo, às vezes a rotina médica fala mais alto do que a espiritualidade.


A escolha dos atores foi muito boa e a qualidade da filmagem é ótima. Recomendo muito!